O Chevrolet Celta foi concebido unindo traços da segunda geração do Chevrolet Vectra com o estilo hatchback do Corsa 2 portas. A primeira motorização do veículo foi herdada do Corsa 1.0 MPFI de 1996 (60cv). O painel da primeira geração do veículo possui um velocímetro analógico, mas o marcador de combustível e hodômetro são digitais, ao contrário do Corsa de primeira geração cujo painel é totalmente analógico. Entre 2000 e 2005, o acionamento da buzina era feito na alavanca de seta e não no volante, o que gerou algumas críticas por parte dos consumidores.
Em 2003, o motor herdado do Corsa foi substituído pelo motor VHC (Very High Compression) de 70cv, adicionando 10cv em relação ao motor antigo. Em 2002 foi lançada a versão 4 portas, além da opção 1.4L de 85cv e o kit de acessórios off-road em 2005, disponível para todas as versões, e podendo ser instalado inclusive em exemplares já usados.
Em junho de 2005 o motor 1.0 foi convertido para motor flex que funciona com qualquer mistura de gasolina e etanol, através do aumento da taxa de compressão. Em meados de 2002 a GM alterou a motorização da versão 1.0 MPFI (60cv) para a 1.0 VHC (Very High Compression - Alta taxa de compressão - 70cv), em 2005 o VHC FlexPower (70cv a gasolina ou álcool) e em 2009, novamente, a GM alterou a motorização para 1.0 VHCE (77 cv a gasolina e 78 cv a álcool).
Em relação ao câmbio, foi o mesmo durante todo o tempo de produção do modelo 1.0. Caracterizado como um câmbio de relações curtas, foi projetado para uso urbano, sempre visando extrair potência e torque para arrancadas e retomadas rápidas. Como desvantagem, o câmbio não é favorável em rodovias, mantendo uma rotação do motor elevada acima de 80 km/h.
Já o câmbio da versão 1.4 trazia relações e diferencial mais longos, dando mais fôlego ao motor.
Em 2003, o motor herdado do Corsa foi substituído pelo motor VHC (Very High Compression) de 70cv, adicionando 10cv em relação ao motor antigo. Em 2002 foi lançada a versão 4 portas, além da opção 1.4L de 85cv e o kit de acessórios off-road em 2005, disponível para todas as versões, e podendo ser instalado inclusive em exemplares já usados.
Em junho de 2005 o motor 1.0 foi convertido para motor flex que funciona com qualquer mistura de gasolina e etanol, através do aumento da taxa de compressão. Em meados de 2002 a GM alterou a motorização da versão 1.0 MPFI (60cv) para a 1.0 VHC (Very High Compression - Alta taxa de compressão - 70cv), em 2005 o VHC FlexPower (70cv a gasolina ou álcool) e em 2009, novamente, a GM alterou a motorização para 1.0 VHCE (77 cv a gasolina e 78 cv a álcool).
Em relação ao câmbio, foi o mesmo durante todo o tempo de produção do modelo 1.0. Caracterizado como um câmbio de relações curtas, foi projetado para uso urbano, sempre visando extrair potência e torque para arrancadas e retomadas rápidas. Como desvantagem, o câmbio não é favorável em rodovias, mantendo uma rotação do motor elevada acima de 80 km/h.
Já o câmbio da versão 1.4 trazia relações e diferencial mais longos, dando mais fôlego ao motor.







